Mostrando postagens com marcador Notícia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Notícia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, setembro 18, 2013

dinis mandevane comenta



 Redistas,

Uma reflexao oportuna e que nos encontra na ressaca do II Lusofono...ca entre nos, vai alimentar as discussoes em torno das apresentacoes feitas que ao nivel institucional comecamos ontem a realizar.

Por fim, um abraco fraterno a nossa querida Michele e aos outros parceiros que tem perdido o seu sono em prol das questoes ambientais e tambem desta magnifica rede.

Um aabraco do tamanho do indico para todos voces. 
Dinís A. Mandevane
17/09/2013
*

martha tristão comenta



Prezad@s Aidil, Pablo, Guerra, Michéle e aos que estiveram por lá, 

Obrigada por compartilharem esses momentos vividos no II congresso Lusófono de EA, obrigada por acreditarem e fazerem uma educação ambiental transformadora e pós colonial. Infelizmente não pude estar presente, mas fui tocada pela experiência que viveram por lá nas palavras de vocês. 
Vocês fizeram a diferença ao realizarem este evento, com debates e reflexões potentes a EA no contexto da lusofonia. 
Parabenizo a Michèle e ao GPEA pela persistência em realizar este evento que, como sabemos difícil de administrar com parcos recursos. Além disso, ainda enfrentaram o desgaste de um evento cancelado na última hora pelo MEC.
Só mesmo com esta amorosidade, engajamento e militância tão peculiares ao GPEA/UFMT.
Beijos

Martha Tristão
18/09/2013
*

antonio fernando guerra comenta



Caro amigo Pablo,  e amig@s da rede comunidade lusófona

 Você nos apresenta uma importante análise do panorama e da conjuntura da EA hoje, nos países lusófonos e no mundo, que nos conduz a uma importante reflexão sobre a necessidade de revermos e retomarmos tanto os princípios e a ideia-força da cultura de redes, quanto os valores da cooperação e da solidariedade, que nos remete à necessidade de fortalecer a integração entre os países lusófonos e da comunidade ibero-latino-americana e do Caribe.
Nós, as pessoas das redes, saímos fortalecidas do II Lusófono. Vamos construir juntos o III Congresso.
Nosso eterno agradecimento à guerreira do Bem Michèle eseu grupo que fizeram o Seminário e nosso Congresso acontecerem
Abraços saudosos de tod@s, Paz e Bem e sustentabilidade também

Antonio Fernando S. Guerra
17/09/2013
*

terça-feira, setembro 17, 2013

AIDIL BORGES COMENTA







VOLTANDO AO MEU QUOTIDIANO   

Depois de uma semana no Estado do Mato Grosso, Brasil
Cá estou de volta ao meu chão depois de ter vivido momentos únicos e inesquecíveis na belíssima cidade de Cuiabá que se transformou na mais cosmopolita das cidades cplpianas com a presença mesclada: portuguesa, galega, cabo-verdiana, moçambicana, angolana, “cubana” e os natos brasileiros vindos de todos os quadrantes.

A arte de bem receber esteve patente em todos os momentos de convivência, de trabalho e de lazer, não fosse a nossa anfitriã-mor a Mimi Sato uma “arteira” nata e toda a sua equipe também contagiada pelo talento e engenho de “artear”, bem como todo o pessoal da UFMT que carinhosamente nos adoptou enquanto nossas babás para melhor desfrutarmos da cidade e dos momentos bons onde não faltou nada, nem o samba, o chorinho brasileiro, a boa gastronomia e a riqueza cultural mato-grossense, enfim, todos os ingredientes de uma cultura riquíssima que respirou a CPLP durante uma semana.

Os encantos maravilhosos como Pantanal, Chapada dos Guimarães, Nobres, entre outros lugares, foram palmilhados pelos visitantes que se deslumbraram com a beleza natural do local.

Voltamos com saudades de tudo e com a promessa de caminhar e construirmos juntos a Educação Ambiental que queremos e desejamos para a CPLP

Aidil Borges
17/09/2013
*



PABLO MEIRA COMENTA

PABLO MEIRA COMENTA





Aínda polo Brasil compre facer algunha reflexión sobre a miña experiencia no II Congreso de Educación Ambiental dos Países Lusófonos (Cuiabá, 9 ao 11 de setembro):

a) Vista a proximidade temporal co 7º Congreso Mundial de Educación Ambiental celebrado en Marrakech hai tres meses, un non pode máis que rememorar a E.F. Schumacher cando afirma que o “pequeno é fermoso”. En Cuiabá non había reis ninprincesas reais –a min en Marrocos parecéronme bastante irreais-, polo menos que saibamos, porque resulta difícil crer que non houbera, cando menos, unha pinga de sangue azul na mixtura de razas, culturas e procedencias lusófonas que converxeron no Mato Grosso. 

b) Para min quedou en evidencia que o mundo lusófono da EA ten unha forte identidade común, marcada por compartir un mesmo espazo lingüístico pero tamén pola concepción da EA como movemento socialmente crítico e transformador, no que os valores e as aspiracións ligados á sustentabilidade non poden ser segregados dos valores e aspiracións ligados á equidade e á xustiza social. Iso non foi o que, por exemplo, percibimos en Marrakech, onde se nos veu a dicir que tiñamos que facer EA para a “economía verde”, sexa o que tal cousa sexa.

c) Apreciáronse tamén signos de refluxo no campo da EA. Despois dunha década de expansión máis ou menos dinámica parece que entramos, por razóns non sempre evidentes e non sempre comúns, nun tempo no que as políticas públicas de EA, os recursos dispoñibles, o dinamismo dos axentes educadores, etc. están en crise, cando non en franca recensión (ou depresión). Nos casos de Portugal e Galiza esta depresión ten moito que ver coa “crise fiscal”, que non só implica “recortes” económicos senón –e principalmente- está sendo pretexto para unha involución ideolóxica profunda que destrúe os limitados avances acadados na década anterior. No caso do Brasil enxérganse conflitos no territorio sempre controvertido das relacións entre os movementos sociais e o(s) aparato(s) do Estado. A un non lle gustaría que as políticas desenvolvidas pola “esquerda tradicional” na Europa, lideradas pola infausta figura de Tony Blair, que levaron dende unha socialdemocracia máis ou menos vixiante dos excesos do mercado a unha especie de “socialdemocracia de mercado” (ou rendida ao mercado), se reproduciran neste lado do Atlántico. Só hai que ver o estado de descomposición dos partidos socialistas europeos que seguiron esta vía para entender que, cedo ou tarde, un partido de esquerdas que fai políticas de dereitas acaba por erosionar as bases sociais que o sustentan e que, eventualmente, o permitiron acceder ao poder no xogo da democracia representativa. Algunhas tensións evidentes na sociedade española ou portuguesa, e nos últimos meses na mesma sociedade brasileña son, por dicilo metaforicamente, avisos para navegantes. 

d) Creo, a este respecto, que o papel do Estado de das políticas públicas no desenvolvemento da EA, con particularidades continentais e con distintas conxunturas, foi un dos elementos centrais, explícito ou implícito, da maior parte das exposicións sobre o estado da arte da EA nos países lusófonos. Resultou evidente, por exemplo, a dificultade para situar a EA no cerne das políticas públicas ambientais ou educativas, a pesar do teimudos que son a este respecto os foros e os documentos nacionais e internacionais.

e) Resulta cada vez máis evidente que hai unha brecha, probablemente dende Río 92, que separa dúas visións substancialmente distintas do que é e do que debe ser a EA, asociadas, obviamente, a distintas concepcións da sociedade e do seu desenvolvemento. Polo menos pareceu claro que o “desenvolvemento sostible”, ate agora, e a “economía verde”, a nova “marca” que promociona a ONU para a EA, non son máis que reclamos deseñados para desviar a atención do fundamental: a construción democrática dun mundo sustentable que satisfaga as necesidades de todos e todas e que respecte a dignidade e a identidade de todos e todas. Visto o visto en lugares como Marrakech non sería de estrañar que alguén propuxese disolver a EA no campo do marketing (ambiental e sostenible, claro)

f) Un apuntamento final: é de xustiza agradecer a acollida dispensada polas persoas vinculadas á Universidade Federal do Mato Grosso, que organizaron o Congreso contra ventos e mareas, e que fixeron “grande” o que, acaso por pequeno, foi moi fermoso. Vémonos, espero, no III Congreso a celebrar de aquí a dous anos en Torreira (Murtosa-Portugal).

Pablo Meira
16/09/2013

*

quarta-feira, maio 14, 2008

Marina Silva pede demissão do Ministério do Meio Ambiente

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, entregou carta de demissão nesta terça-feira (13) segundo assessoria, que não revelou os motivos pelos quais ela decidiu deixar o cargo. O secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, e o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Bazileu Margarido, também estão demissionários, informou uma fonte do governo. Ainda nesta terça, o Conselho de gestão do Ibama deve se reunir para discutir a transição no comando do Meio Ambiente.

A saída do Planalto ocorre cinco dias após o lançamento do Plano Amazônia Sustentável (PAS). Na solenidade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o ministro extraordinário do Núcleo de Assuntos Estratégicos (NAE), Roberto Mangabeira Unger, seria o coordenador do PAS, mas fez uma brincadeira com Marina: "Dilma, eu disse que você é a mãe do PAC. Ninguém como você, Marina, para ser a mãe do PAS. De mãe em mãe, vocês percebem que estou criando a nova China aqui."

Marina está à frente do ministério desde o primeiro mandato de Lula. Sua saída põe fim a um processo de desgaste que se acentuou no ano passado, quando o atraso na concessão de licenças ambientais pelo Ibama foi apresentado como o grande vilão para o não andamento de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Marina chegou a protagonizar disputas com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o próprio Lula fez críticas públicas à área sob seu comando quando a falta de licenças atrasou o processo de leilão das usinas do Rio Madeira.

Sob forte bombardeio desde então, a ministra mantinha suas convicções em eventos públicos. Ainda na última segunda, durante lançamento do Programa Brasileiro de Inventário Corporativo de Gases de Efeito Estufa, a ministra teve a coragem de criticar a menina dos olhos do governo Lula, o investimentos em biocombustíveis: "o Brasil não quer ser a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) dos biocombustíveis(...) Queremos dar nossa contribuição em relação aos biocombustíveis, mas observando nossa capacidade de suporte. E de forma que não comprometa a segurança alimentar nem a questão ambiental", chegou a dizer Marina à Agência Brasil. "Nossa economia depende 50% da nossa biodiversidade. Quem destruiria sua galinha dos ovos de ouro?", indagou em Brasília.

Marina reassume sua vaga como senadora no lugar de Sibá Machado (PT-AC), que é seu suplente e ocupava o cargo desde que a ministra assumiu o posto em 2003. O Palácio do Planalto ainda não confirma a informação.

Trajetória - Marina tem uma trajetória muito parecida com a de Lula. Nascida em 1958, na "colocação" (espaço explorado por uma família dentro do território do seringal) Breu Velho, no Seringal Bagaço, a 70 quilômetros de Rio Branco, capital do Acre, trabalhou como empregada doméstica e alfabetizou-se pelo antigo Mobral. Após fazer o supletivo, aos 26 anos formou-se em História pela Universidade Federal do Acre. Em 1985, ela filiou-se ao PT e passou a participar das Comunidades Eclesiais de Base, de movimentos de bairro e do movimento dos seringueiros.

Em 1984, foi fundadora da CUT no Acre, que teve Chico Mendes como seu primeiro coordenador, com Marina atuando como vice-coordenadora. Nas eleições municipais de 88 foi a vereadora mais votada em Rio Branco e conquistou a única vaga de partidos de esquerda na Câmara Municipal. Em 1990 candidatou-se a deputada estadual e foi novamente a mais votada. Marina Silva foi eleita pela primeira vez para o Senado em 1994. Na época, aos 36 anos, foi a senadora mais jovem da história da República. Em 2002 foi reeleita com uma votação quase três vezes superior à anterior. (Fonte: Estadão Online)