The footage, shot on 19 September, shows a Russian helicopter hovering over the deck of Greenpeace's Arctic Sunrise.
Armed men drop on to the deck, while members of the Greenpeace crew are seen with their hands in the air.
The footage also shows the ship being towed towards Murmansk, where the 30 people on board were taken ashore and arrested.
The families of all six UK nationals being held by the Russian authorities following the arrests will meet a government minister for the first time on Monday. The meeting will be with foreign minister David Lidington, minister of state for Europe.
Prime minister David Cameron has called the charges "excessive" and urged president Vladimir Putin to make sure those being held can come home.
Alexandra Harris, a British Greenpeace activist detained by the Russians. Photograph: Dmitri Sharomov/AP
The prime minister said he had appealed to the Russian leader to "de-escalate" the situation.
Cameron told BBC Radio Devon: "They are not hooligans, they are protesters" although he acknowledged countries needed "tough rules" to protect oil platforms.
He said: "Their charges have been dropped from piracy to hooliganism, but I still think that is excessive. They are not hooligans, they are protesters.
"I totally understand that countries have to have some quite tough rules to stop people invading oil platforms, but I have appealed to Vladimir Putin to try to de-escalate this and make sure that these people can go home."
Rússia nega fiança e agora acusa ativistas presos por vandalismo
Adital
Os 28 ativistas e dois jornalistas do Greenpeace, entre eles um argentino, uma argentina e a bióloga brasileira Ana Paula Maciel, presos há mais de um mês na Rússia, tiveram hoje (24) seus pedidos de fiança negados pela justiça do país e devem permanecer em prisão preventiva. Ontem (23), a justiça russa decidiu substituir a acusação sobre os ativistas de pirataria para "vandalismo”, cuja pena pode chegar até sete anos de prisão, oito a menos do que a prevista na condenação por pirataria.
Apesar da redução na acusação, o diretor executivo do Greenpeace na Argentina, Martín Prieto, afirmou que não há nada para comemorar: "Não há nada para festejar, continuam nos acusando penalmente de um delito que não cometemos”.
O Comitê de Investigação da Rússia informou que ainda pode indiciar alguns ativistas por uso de força contra autoridades, acusação que pode incidir em 10 anos de prisão. O Greenpeace ressalta que todas as acusações são fantasiosas e lembrou que, em seus 42 anos, sempre realizou protestos pacíficos.
O integrante da organização ambientalista na Rússia, Vladimir Chuprov, enfatizou que os "ativistas são homens e mulheres valentes que foram ao Ártico armados com nada além do desejo de denunciar as atividades de uma empresa temerária”, e que, por isso, não deveriam estar em uma prisão em Murmansk.
Os ativistas foram detidos no dia 19 de setembro pela Guarda Costeira da Rússia enquanto estavam a bordo do Artic Sunrise, em águas de jurisdição russa, para denunciar pacificamente a empresa energética Gazprom por crime ambiental, já que esta pretende explorar petróleo no Ártico. O caso teve grande repercussão mundial e para tentar libertar os ativistas, o Greenpeace está promovendo uma petição. Para assiná-la clique aqui.