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sexta-feira, setembro 04, 2009

Brasília sedia o VI Encontro Nacional e Feira dos Povos do Cerrado, de 09 a 13 de setembro


Brasília se tornará palco da maior confraternização entre os povos e comunidades que habitam e conservam o Cerrado. Em sua sexta edição, o Encontro e Feira dos Povos do Cerrado acontecerá entre os dias 09 e 13 de setembro, no Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília. O evento objetiva promover o intercâmbio de experiências entre os diversos povos que habitam e utilizam os recursos naturais do Cerrado de forma sustentável, além de apresentar a riqueza do bioma e alertar a sociedade brasileira sobre o crescente processo de degradação que o afeta.

O evento é dividido em dois eixos. Durante o Encontro, serão realizadas oficinas temáticas, painéis, seminários e debates acerca de assuntos inerentes ao Cerrado, seus povos e seus problemas, com a participação de autoridades e especialistas. A Feira, por sua vez, visa expor a diversidade de produtos e experiências em prol de um Cerrado sustentável, incentivando a divulgação e a comercialização de produtos advindos do bioma.

O VI Encontro Nacional e Feira dos Povos do Cerrado começa no dia 09/09, quarta-feira, quando as delegações dos Povos do Cerrado chegam a Brasília. Foram mobilizados mais de 1.300 participantes, representantes de mais de 500 organizações da sociedade civil e de base comunitária nos estados de Tocantins, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí, Pará e DF.

A abertura oficial acontecerá no dia 10/09, quinta-feira, às 19h. Irão compor a mesa de abertura as seguintes autoridades e lideranças: Carlos Minc, Ministro do Meio Ambiente; Guilherme Cassel, Ministro do Desenvolvimento Agrário; Patrus Ananias, Ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; Márcio Meira, Presidente da Fundação Nacional do Índio; Jacques Penna, Presidente da Fundação Banco do Brasil; Marina Silva, Senadora; Deputado Pedro Wilson, Deputado Federal; Braulino Caetano dos Santos, Coordenador Geral da Rede Cerrado; Hiparidi Top’Tiro, Coordenador Geral da Mobilização dos Povos Indígenas do Cerrado (MOPIC).

Também no dia 10/09, às 8h30, acontecerá uma audiência pública na Câmara dos Deputados, no Auditório Nereu Ramos. Durante a audiência serão discutidos o Monitoramento e o Plano de Prevenção e Combate ao Desmatamento no Cerrado e, também, o projeto de Emenda a Constituição do Cerrado e Caatinga - PEC Cerrado e Caatinga – que tramita na Câmara dos Deputados desde 1995.

Durante toda a programação do Encontro, serão realizadas oficinas temáticas, painéis, debates e seminários sobre assuntos inerentes às questões socioambientais do Cerrado. Dentre a programação de painéis do Encontro, destaca-se a realização do painel “Contexto socioambiental e econômico do Cerrado”, que acontecerá dia 10/09, quinta-feira, às 15h, e terá a participação da Dra. Mercedes Bustamante, do Instituto de Ciências Biológicas da UNB. A programação de oficinas temáticas é extensa, e ocupará todo o dia 12/09, sábado. As oficinas temáticas contarão com discussões como: O Cerrado na Mídia, Comissão Nacional de Política Indígena, O Rio São Francisco e seus povos, e Unidades de Conservação e Comunidades. Ao longo do evento, acontecerão, ainda, dois seminários: Código Florestal Brasileiro – Propostas e Polêmicas e Universidade e Comunidade.
Informações: http://www.povosdocerrado.com.br/
 

terça-feira, junho 10, 2008

II Reunião do Comitê Gestor do Projeto de EA na CPLP - Abril/2008, Angola



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O Projeto Educação Ambiental na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa no Marco da Educação para o Desenvolvimento Sustentável teve a II Reunião do seu Comitê Gestor nos dias 21 a 23 de Abril de 2008, no Centro de Convenções da Talatona, Luanda, Angola.

Nele estiveram presentes os pontos focais da Educação Ambiental de Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, São Tomé e Príncipe, bem como representantes do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional, Portugal, e do Ministério dos Recursos Naturais e Energia, Guiné-Bissau. Os Ministérios da Educação do Brasil e de Angola tiveram também representação e vários elementos da sociedade civil dos países referidos prestaram sua valiosa colaboração neste momento presencial.

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Foi por todos reconhecido o interesse político de aliar a Reunião com a IV Conferência dos Ministros do Ambiente da CPLP, o que se traduz no fortalecimento do foro e da plataforma ambiental da CPLP. Isso é tanto mais verdade quando se verifica que duas áreas que o Projeto de EA na CPLP cruza são objeto de trabalho da CPLP: Cooperação para o Desenvolvimento e Educação e Ambiente.

Os esforços dos oito países em se juntar para discutir questões sérias de interesse global precisa ser ressaltado como exemplar, como uma referência para outros grupos de países. Havia elevadas expectativas externas e internas relativamente ao encontro.

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Esta Reunião de trabalho incluiu agrupamento dos riscos operacionais para que se vislumbrem as possíveis oportunidades. Também, como melhorar o diálogo entre os países, pelo mapeamento e facilitação de tecnologias que permitam a aproximação e a comunicação freqüentes.

Os eixos do Projeto incluem (1) instalação de duas Salas Verdes/ Centros de Educação Ambiental em cada país – espaço integrador de ações, mecanismo de concertação social, detonador da criação de núcleos em outras regiões, distantes das capitais; (2) elaboração do esboço de um Programa CPLP de EA, que assuma a sustentabilidade como responsabilidade global e referência para os programas nacionais de EA, como um pacto estabelecido entre os países de língua portuguesa; e, (3) realização de um Seminário Internacional de EA na CPLP.

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A educação ambiental que alicerça este Projeto está comprometida com mudanças estruturantes, ela é reflexiva, promotora de políticas ambientais, distinta da EA pragmática, hegemônica, recorrente nos países desenvolvidos. Esta discute a mitigação e adaptação às mudanças climáticas, que é totalmente distinto de achar as causas. Deve ser vista como a oportunidade de discutir o modelo de organização, desenvolvimento e consumo atuais. Ela precisa ser um projeto de sociedade, de felicidade, de humanidade.


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A EA na cooperação internacional da CPLP surge como emancipatória da sociedade, respeitando a diversidade da comunidade lingüística dos países lusófonos. Os pontos focais de cada país levaram para seus países responsabilidades acrescidas a serem partilhadas com outros atores sociais, para o cumprimento dos objetivos e cronograma do Projeto.

Os próximos momentos presenciais nos países serão as missões técnicas de formação e uma próxima reunião do CG foi apontada para acontecer ainda este ano, no seu último trimestre.

Fotos da II Reunião do Comitê Gestor do Projeto de EA na CPLP - Abril/2008, Angola




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Recebidos com uma enorme hospitalidade em um local novo na parte sul da capital angolana, os pontos focais do Projeto Educação Ambiental na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa no Marco da Educação para o Desenvolvimento Sustentável conduziram as suas atividades nos três dias inteiros imediatamente antes da IV Conferência de Ministros do Ambiente da CPLP.







Mesas de trabalho, oficinas, exposições e vários momentos de convívio social permitiram ao grupo uma maior aproximação, ao mesmo tempo em que os momentos de aprendizado com a fantástica diversidade que é o conjunto dos oito países foram valorizados.


A todos os que participaram da Reunião e a todos os que vêm chegando fica o convite à reflexão dos papéis - do protagonismo - que cada um quer assumir nesta era dos limites - com a educação ambiental como roteiro.



sexta-feira, junho 06, 2008

Semana do Meio Ambiente


A Semana do Meio Ambiente comemora, em todo o Mundo, o primeiro Encontro de Cúpula de Meio Ambiente, realizado pela ONU em Estocolmo, aberta em 05 de Junho de 1972. Nessa ocasião, pela primeira vez, os governos reconheceram formalmente a necessidade de tratar a poluição provocada pela indústria, agricultura e demais atividades humanas.


O tema adotado pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUMA) para o Dia Mundial do Ambiente de 2008 foi: "Mude os seus hábitos! Rumo a uma economia com reduzida produção de carbono".

A esse propósito atendeu-se à publicação de um guia orientador de cada consumidor, indivíduo ou instituição, que queira tornar-se neutro quanto às emissões de carbono. É um livro bem interessante, publicado ainda apenas em inglês, que se encontra disponível para download na página www.pnuma.org, sob o título "Kick the Habit: The UN Guide to Climate Neutrality".

É um fato que todos os países se organizam em inúmeras atividades nesta semana especial.

Os países CPLP não são exceção. Lembremos que todos os oito países de língua portuguesa, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, de uma ou de outra forma, se encontram vulneráveis às mudanças climáticas, ou pelo avanço da desertificação, ou por serem pequenos estados insulares, ou pelo desmatamento, ou outros – o que os torna particularmente interessados na discussão das questões ambientais, e lhes dá respaldo para se posicionarem no cenário mundial como proponentes de políticas e programas de enfrentamento, mais do que mitigação, mais do que adaptação, às mudanças.

Através de iniciativas governamentais ou da sociedade civil, há uma grande vontade em se satisfazer a expectativa quanto a como uma das mais novas organizações (a CPLP) se posicionará face às mudanças sócio-ambientais e climáticas globais. Por exemplo, nos dias 5 a 7 de Junho, sob a temática “A Cooperação Portuguesa: a língua e a cultura na promoção do desenvolvimento”, acontecerá em Lisboa a primeira edição do evento “Dias do Desenvolvimento”, onde o Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT) falará sobre os desafios da CPLP para o cumprimento dos Objetivos do Milênio (ODM).

É um momento chave, no rastro de tantas iniciativas nos países, para repensar o modelo de desenvolvimento que queremos, como cidadãos críticos, emancipados, conscientes de suas responsabilidades comuns, porém diferenciadas, refletindo os princípios fundamentais da educação ambiental na sua própria realidade – ação com um potencial inigualável, quando se pensa na diversidade cultural, ambiental, lingüística, institucional, que caracteriza o conjunto dos oito países. Não é possível, nem desejável, ter um modelo para replicar entre os estados-membros. Mas é possível trazer subsídios teóricos para esta discussão.

Pensamos em Edgar Morin, um grande filósofo francês, que trabalha a temática da crise civilizacional presente, em “uma comunidade com finalidades planetárias”, enfrentando ameaças que, segundo ele, só podem ser combatidas com “a proposição de uma política de civilização”. Apesar de sua estratégia poder fazer-nos relembrar o slogan da Revolução Francesa, os aspectos que ele traz para o debate, são atuais e pertinentes.

Vamos nós, países CPLP, aproveitar a deixa e o momento histórico desta era dos limites, para o compromisso de mostrar que é possível fazer diferente!

Claudia Martins
Boa Semana do Ambiente!

sexta-feira, maio 09, 2008

Atividades dos Observadores Internacionais dos países CPLP na III CNMA, Brasília

Os observadores internacionais presentes na III Conferência Nacional do Meio Ambiente, em Brasília, Aidil Borges, Fernando Saldanha, Saquina Mucavele, Gil Tomás e Joana Ram, representando quatro dos países CPLP, vêm acompanhando as atividades da Conferência – mesas de debate, discussão das propostas, votação de regimento – bem como participando com o grupo de Educação Ambiental do MMA nas suas atividades paralelas.

Envolveram-se com a equipe técnica, delegados e outros observadores internacionais, nomeadamente da América Latina e Caribe, tendo estabelecido aproximações com membros da sociedade civil, absorvendo de experiências brasileiras nas áreas da conservação da biodiversidade nos seus ecossistemas, de técnicas de produção agrícola e tecnologias pós-colheita alternativas e de baixo impacto, de educação popular no campo e de questões de gênero.

Saquina Mucavele apresentou o seu trabalho na Associação Mulheres, Gênero e Desenvolvimento, em Maputo, na Oficina promovida pelo Comitê de Gênero, expondo questões sociais e econômicas características da sociedade moçambicana, que cruzam questões ambientais, atingindo de forma mais incisiva as mulheres.

Para sexta-feira está agendada um encontro entre os observadores internacionais e a Ministra do Ambiente Marina da Silva e o Secretário de Articulação Institucional e Cidadania Hamilton Pereira, na parte da manhã, sucedida de uma reunião paralela no MMA, relativa ao Projeto de Educação Ambiental na CPLP, do Departamento de Educação Ambiental.

Observadores Internacionais dos países CPLP na III CNMA, Brasília

No âmbito da política de Relações Internacionais do Departamento de Educação Ambiental do MMA, e no espírito de participação e mobilização social bem como discussão democrática dos desafios relacionados às mudanças climáticas, promovidos pela Conferência Nacional de Meio Ambiente, já na sua terceira edição, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique enviaram representantes de organizações da sociedade civil como observadores internacionais.

Registra-se a presença de Gil Tomás e Joana Ram, da ADRA – Angola, Aidil Borges, do Ministério da Educação e Ensino Superior – Cabo Verde, Fernando Saldanha, da ONG Nantinyan – Guiné Bissau, e Saquina Mucavele, da Mugede, Moçambique, cujas expectativas em relação ao evento incluem reunir percepções da experiência brasileira do processo de construção duma educação ambiental emancipatória, visando a promoção da cidadania e a construção conjunta duma sociedade sustentada, coerente com os desafios socioambientais e a diversidade de cada um de seus países.

sexta-feira, março 28, 2008

II Oficina Nacional de Coletivos Educadores do FNMA

será transmitida ao vivo pela internet

O Departamento de Educação Ambiental realizará entre os dias 30/03 a 02/04, em Nova Iguaçu, RJ, a II Oficina Nacional de Coletivos Educadores selecionados pelo edital do FNMA 05/2005 (21 projetos para constituição de Coletivos em todo o país). Coletivos Educadores são grupos formados por instituições que trabalham com educação ambiental, educação popular, meio ambiente e áreas afins que se unem para elaborar uma proposta integrada de educação ambiental no território. Os Coletivos visam a articulação de políticas públicas, reflexão crítica acerca da problemática socioambiental e formação de educadores ambientais para intervirem no seu território, na sua região, no seu município.. A oficina tem como objetivo a troca de experiências entre os Coletivos, avaliação da primeira fase do projeto (articulação institucional do Coletivo e elaboração do Projeto Político Pedagógico) e aprofundamento conceitual e prático dos 4 processos formativos que serão trabalhados na 2ª fase: formação de educadores ambientais, educação através de estruturas educadoras, educação através de foros e colegiados e educomunicação.

A oficina será transmitida ao vivo pela internet no canal EA.NET - Canal de Educação Ambiental na Internet (www.canal-ea.net). O EA.NET é uma realização da Rede Brasileira de Educação Ambiental (Rebea) que conta com a parceria do Órgão Gestor da Política Nacional de Educação Ambiental .

O Canal fará a Transmissão ao vivo da seguinte programação:

30/03

9:00h às 10:00h - Apresentação da programação da oficina e panorama dos Coletivos

10:00h às 12:00h- 1º Roda de partilha dos Coletivos Educadores: articulação e mapeamento socioambiental

13:00h às 14:00h- Apresentação do FNMA sobre convênios dos Coletivos

14:00h às 16:00h- Roda de Partilha dos Coletivos Educadores: cardápio e arquitetura de capilaridade

31/03

8:30h às 10:00h - Apresentação dos Grupos de Trabalho e debate

10:00h às 12:00h- 3º Roda de Partilha dos Coletivos Educadores: comunidade de aprendizagem e intervenção

13:00h às 18:00h - Discussão sobre a Política Publica de Coletivos Educadores

Avaliação e encaminhamentos

01/04

8:30h às 10:30hEducomunicação: Exposição dialogada

Compreendendo a Educomunicação- Ismar Soares (NCE/ECA-USP)
Educomunicação Socioambiental - Francisco de Assis Morais (DEA/MMA)

10:30h às 12:30h - Roda de Partilha: Práticas e experiências educomuncativas

Após cada roda de partilha, haverá um debate onde o publico poderá enviar suas perguntas para os integrantes da roda. Assista e participe!